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SER O OUTRO
Eu começo sempre pelo eu mesturo as andainas cos lóstregos rotos e re-aparecem as altas cadeias pelo corredor das especiarias Eu passo logo a Tu e já não escutas em graves membranas os teus sórdidos actos Tu devolves-me o eu multiplicado e somos tantos a berrar a inconsistência da água que de todas as partes asejam os dias na nossa procura. Levamos baixo o braço um livro de três ou quatro páginas é o livro da eterna miséria, que soltamos fugazmente às portas da nossa casa. 09/10/2005 01:33
Autor: Ramiro Bom poema, Táti, e Táti Outra. Gostaria de ler esse livro da eterna miséria, por ver se cabe nalguma casa já feita. Se for preciso, poderíamos construir uma para ele. Parabéns, de novo, às duas.
Fecha: 09/10/2005 17:52.
Autor: Pedro Vaia, está bem. Gosto, como sempre, da torrente fresca em que nada a tua voz.
Fecha: 10/10/2005 11:24.
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