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POEMA A TRÊS MUSAS (com o Alfredo Ferreiro e o Pedro Casteleiro)

Botar a andar até ao fim do mundo
que em toda a mão começa,
noite, noite alaranjada menina
azul, infinitamente suicídio
São todos os cantos que cabem
no canto do papel. Ressalta no chão
o medo. Escrito na senda do
papel, como che havia de
dizer aquilo que sabemos?
Recitamos a volta do sonho e dançamos
com o cadáver incerto? Não, simplesmente
abraçamos a sombra do nosso amanhecer.
Condensando assim a sabedoria corporal,
viver de garrafas dadas com os
próprios sonhos.
Até arrojar os ossos sobre a mesa
e comprovar que caem em ordem.
28/04/2005 22:29

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Autor: Pedro Casteleiro

Impressionante, ainda.

Fecha: 29/04/2005 09:31.



Autor: Martin Pawley

Perdón por mudar de tema, pero como van celebrar vostedes os dez anos daquel libro dos "7 poetas"?

Fecha: 29/04/2005 19:11.



Autor: Mário Herrero

Nestes momentos, há uma proposta de publicação e estamos a esperar a resposta. Outra possibilidade é uma bebedeira monumental, mas o que vão pensar os nossos filhos...?

Fecha: 29/04/2005 20:19.



Autor: Táti

pois nao sei que che diga, eh

Fecha: 29/04/2005 21:43.



Autor: Pedro Casteleiro

Aposto por uma bebedeira por escrito monumental, uma antologia da ebriedade. "7 bêbedos (ou 14)"

Fecha: 29/04/2005 23:07.


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