|
Temas
Archivos
Enlaces
|
POEMA A TRÊS MUSAS (com o Alfredo Ferreiro e o Pedro Casteleiro)Botar a andar até ao fim do mundo que em toda a mão começa, noite, noite alaranjada menina azul, infinitamente suicídio São todos os cantos que cabem no canto do papel. Ressalta no chão o medo. Escrito na senda do papel, como che havia de dizer aquilo que sabemos? Recitamos a volta do sonho e dançamos com o cadáver incerto? Não, simplesmente abraçamos a sombra do nosso amanhecer. Condensando assim a sabedoria corporal, viver de garrafas dadas com os próprios sonhos. Até arrojar os ossos sobre a mesa e comprovar que caem em ordem. 28/04/2005 22:29
Autor: Mário Herrero Nestes momentos, há uma proposta de publicação e estamos a esperar a resposta. Outra possibilidade é uma bebedeira monumental, mas o que vão pensar os nossos filhos...?
Fecha: 29/04/2005 20:19.
|