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A Sandra e Miguel.
O poema, Copo de sangue branco Vertendo-se nos teus lábios Como o fogo invisível Do veneno final, Anda à tua procura, Dentro, No lugar inabitado Que nunca reconheces teu, Sempre o maior inimigo Da tua rendição. 24/05/2005 23:41
Autor: Pedro Se tiver palavras para dizer com a precisão incendiária deste poema quanto ele é bom as dizia. Mas não tenho.
Fecha: 25/05/2005 10:01.
Autor: Alfredo Ferreiro Acho este texto uma jóia bem inspirada e não menos polida. Diria que me orgulho já de conhecer o autor, se não fosse parvoíce dizer estas cousas.
Fecha: 26/05/2005 21:34.
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